segunda-feira, 8 de setembro de 2008

SONETO INTER-DITO

A J. F. Gama, que nunca conheço.

Escrevo, a menos que.
Se indago, é nem tanto.
Devido a, há tantos sem.
Concluo, antes conquanto...

Todo por fica enquanto,
Cada continua qual,
Tudo chega a apenas,
Nada chega a afinal...

Mundos surgem de-
Mundos se vão por.
Existo em muitos se:

Nunca é sempre não?
Broto desde. Cresço para.
Vivo com. Sigo tão!

2 comentários:

Anônimo disse...

?

Rubinho Osório disse...

Alô vocês!
Obrigado, Tântalo, pelos comentários. É sempre bom ampliar horizontes.
Os textos aqui são profundos, preciso ruminar com calma pra não comentar bobagens.
Mas este poema bateu forte, é dez!
Um abraço